segunda-feira, 28 de março de 2011

domingo, 13 de fevereiro de 2011

domingo, 9 de janeiro de 2011

obrigada.

Para os meus amigos. Para os que acreditam que sim. Para os que não me dão uma palmadinha nas costas. Para os que me escrevem, me ligam. Para os disponíveis. Para os que dizem "Não agradeças". Para os que fazem 1h de viagem para um jogo de wii mesmo que não joguem. Para os que me dão a sua música de inspiração. Para os que partilham um filme por partes porque a bateria do computador já não resiste. Para os que continuam a achar-me especial. Para os que me oferecem um chá quando entro em casa. Para os que sabem o que me dizer. Para as pessoas do meu presente e futuro. Para aqueles que me oferecem um abraço. Para quem me faz rir. Para quem me obriga a comer como se eu fosse uma miúda de 5 anos. Para as manchas da minha vida. Para quem me desconcentra. Para quem me faz ver que isto não é nada. Para quem sabe que amanhã é um dia melhor. Para quem me faz acreditar nisso. Para quem me proporciona mais e melhor. Para quem me atura, me ouve e não critica. Para quem está sempre aqui mesmo que não falemos durante uma vida.

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

petite♥


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- Já tenho imensas saudades tuas e não sei porquê...
- Tens muitas saudades porque és pequenina e ficas logo cheia delas...
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Muitas. Muitas.

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Por ti
deixava de meter
o dedo no meu belo nariz
e de roer as minhas unhas deliciosas

por ti mandava arranjar os dentes
e comprava um colchão

por ti
matava a minha barata favorita
que vive no rodapé
junto do estirador ♥
Diane di Prima
* Por ti... para ti.

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Eu consigo fazer os prédios dançar. Cidades inteiras movem-se por minha causa.
É como são as coisas.
Vejo um mundo entre os edifícios. Vejo a forma como cortam o céu. Como os dentes de alguém que não conheço.
A que sabe?
Quero provar.

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Há coisas que me fogem dos dedos e que só não mancham as letras porque são pintadas com tinta lavável.

(des)hábito.

..
De escrever.
De me expor. De expor e ponto.
Desabituação.
De falar. Soa estranha a voz.
De tocar. Arranha a pele.
De rir. Estranha bem lá no fundo.
De correr... Dói.
De tudo.
Não há vontade nem paixão.
Não há tudo nem metades.
Há ângulos rasos e giros. Roda e retorna e roda. E apenas mais uma demão de aparência sobre o feio do que é.
Transparência espessa e baça do que sou. Do que poderia ser.
Cantigas tristes com um sorriso nos lábios.
Sempre.
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i wonder if...

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... I can wait for the rain
And hide from the sun.
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quarta-feira, 2 de junho de 2010


Hoje apetece-me nada.
Vazio.
Ficar oca.
Marcar.
Cair.
Não me levantar.
Derreter.
Calar.
Afonia.
Ler lábios.
Adivinhar.
Reparar.
Distrair.
Acessório.
Fugir do que
Chão.
Frio.
Esconder.
Dormir.
Levitar.
Sem onde nem quando.
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Ficar...

quinta-feira, 27 de maio de 2010

sábado, 15 de maio de 2010

sexta-feira, 16 de abril de 2010

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"Que solinho redondo que está agora depois de ter vindo chuva e vento durante 10 minutos.
Não tem nada a ver com nada em particular mas lembrei-me logo de ti...
Quando choves ou fazes vento e frio para mim, logo logo fazes um solinho redondo."
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quinta-feira, 15 de abril de 2010



Ponho um beijo demorado no topo do teu joelhoDesço-te a perna arrastando a saliva pelo meioOnde a língua segue o trilho até onde vai o beijoNão há nada que disfarce de ti aquilo que vejoEm torno um mar tão revolto no cume o cimo do tempoE os lençóis desalinhados como se fosse de ventoVolto então ao teu joelho entreabrindo-te as pernasDeixando a boca faminta seguir o desejo nelas


maria teresa horta

terça-feira, 6 de abril de 2010


Há muito muito tempo... Não há tanto tempo assim mas há tanto que nem ela sabe bem quando foi.
2001? 2002?
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O palco da história é literalmente um palco.
Entre figurantes e personagens secundários os protagonistas assumem posições aleatórias, esperando deixas e dicas, sem preocupações com textos memorizados ou inícios de cena com a cortina a abrir.
Subiram ao palco. Ela primeiro com a sua legião. Ele depois.
Aplausos.
Não contracenaram juntos. Não houve um diálogo em palco.
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"Liga-me depois!"
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O palco expandiu-se e sobrepôs-se à rotina. Tornou-se musical, competitivo, saudável, intenso, cénico. Cresceu e tornou-se criança mimada... pelos dois.
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E a cortina desceu. Mas ele e ela permaneceram de mãos dadas em cima do palco.
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domingo, 4 de abril de 2010

anónimos com nome.


Para o menino Paulinho que me presenteia com a sua graça quando o vento sopra em ziguezague, quer aqui quer com um chocolatinho na mão antes da tortura.
Confidente de (des)aventuras lusobrasileiras.
Amigo inesperado mas recebido de braços abertos.
O eterno Paulinho inho inho inho inho...
O núcleo duro permanecerá.

Para o menino Ricardo, izztúpido quanto basta.
Membro fundador dos dias de parvoíce.
Amigo presente (ainda que ao longe).
Comunicador nato (para o bem e para o mal).
Mestre no envio de mms (e viva o extreme).
Fashion adviser das horas de indecisão.
E recordo com saudade quando tentávamos adivinhar as músicas que passavam na rádio até o sono sair vencedor.

* Para aquecer o coração.

terça-feira, 30 de março de 2010

:)


Olha olha!
Tão parva que quero este modelito! :)

foolish.


Hoje estou parva. Estou, não sou!
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Parva como quem canta qualquer musicola que passe na rádio.
Parva como quem entope a rua só porque o arco-íris está mais nítido que nunca e desfoca se o carro estiver em andamento.
Parva como quem pede uma fatia daquele bolo de chocolate habitué e o acha ainda mais fofo que o normal.
Parva como quem se senta nos espaços infantis e ganha meia hora a escrever um nome com lápis de cera de todas as cores.
Parva como quem se veste de azul, prateado, rosa, verde, cinza, castanho e amarelo tudo de uma só vez.
Parva como quem manda mensagens gugu para o namorado e se derrete toda com as respostas dada.
Parva como quem se sente pequena na roupa que usa mas enorme no corpo que passeia.
Parva como quem não faz planos para amanhã mas imagina coisas lindas, passeios de mão dada, corridas para fugir da chuva, gelados que congelam a mão e abraços reconfortantes.
Parva como quem só quer acordar cedo e ficar até tarde no quentinho dos cobertores a pensar com dois sorrisos no rosto.
Parva como quem, subitamente, tem vontade de escrever sobre nada e nada sai, realmente.
Mas parva...
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heavy weight.


Pode parecer estranho mas gosto quando estás doente. Assim posso tomar conta de ti.
Foi o que ela lhe disse. E recebeu um sorriso.
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E o peso dos dias voou. E ela largou os cordéis dos balões.